quinta-feira, novembro 17, 2016

Vestidinho!

Novidade na Kicuti!

Vestidinho dupla face bem fresquinho para as meninas curtirem o calor! Afinal, o verão está batendo na porta né!

Esse modelo é 2 em 1. Pode-se usar dos dois lados e o melhor: fazemos sob encomenda com os tecidos que você preferir.

Confeccionado com tecidos 100% algodão.

Apenas um lado tem bolsinho e o laço pode ser tirado.

Logo sai do forno nosso catálogo! Estamos selecionando tecidos lindos e delicados.

Os tamanhos disponíveis são: RN, 3 meses, 6 meses, 12 meses, 18 meses e 24 meses. 


Gostou? Entte em contato!

Temos 2 modelinhos na loja: www.kicuti.com.br



quarta-feira, outubro 19, 2016

Que soninho bom...


Muitas mamães têm a mesma dúvida nos primeiros anos do bebê: 
"Qual o segredo para o meu bebê dormir a noite inteira?"
"Como fazer para que meu filho durma em seu quarto sozinho?"
Será que existe realmente algum segredo? Alguma fórmula mágica?
A primeira coisa que devemos saber é que as crianças aprendem muito rápido! Basta ensiná-los e com paciência e determinação eles saberão como dormir!
Mas... como assim ensinar a dormir?
Bom, vamos por partes.... 
No segundo semestre de vida, o bebê fica envolvido com muitas aquisições novas e excitantes e por isso pode ter dificuldades para pegar no sono tanto durante o dia quanto à noite, e pode também acordar algumas vezes durante o sono.
Outra questão importante é que cada bebê é único, com necessidades individuais. Cada caso é um caso! A família interfere bastante nos hábitos da criança, pois cada um têm uma rotina diferente.
Ele pode ter se acostumado a dormir sozinho, na sua própria cama; ter um "cheirinho" ou brinquedo favorito, que o ajude e o acompanhe na hora de dormir. Muitos padrões que já estão incorporados, mais difícil fica em modificá-los com o passar do tempo.


Alguns nascem prematuros e necessitam ficar mais no quarto dos pais nos primeiros meses, outros são acostumados desde cedo a compartilhar a mesma cama dos pais e muitos pais ficam inseguros nesses primeiros meses e não desgrudam do bebê e daí quando vê a criança não quer dormir sozinha, pois afinal é muito mais acolhedor ficar com os pais!
Segundo algumas dicas da Dra. Erica Mantelli, é muito importante para o bebê que ele tenha seu espaço, seu quartinho. No início dessa adaptação será difícil, tanto para o bebê como para os pais, então requer tempo para a mudança da rotina.
Vá estipulando períodos determinados para que o bebê fique em sua cama, como ao acordar por exemplo. É muito gostoso tirá-lo do berço e levá-lo para sua cama ao amanhecer, mas durante a noite ele deve ficar no berço.
Confie na babá eletrônica (isso é sério rsrs) e ouça as necessidades do seu filho. Muitas vezes eles só querem atenção da mãe... Conheça o ritmo do sono de seu bebê. Quando alterna os ciclos de sono leve ou superficial com os de sono profundo, ele pode lhe dar a impressão de que está acordado. É possível que acorde a cada 4 horas. Você deve atendê-lo sempre para que ele saiba que pode contar com você quando precisar. Porém não é necessário que o tire do berço e o pegue no colo. O ideal é que não faça isso.
Se o bebê dorme durante o dia, deixe as janelas abertas e/ou luzes da casa acesas. Não precisa ficar tudo em silêncio enquanto ele dorme. Deixe a TV ligada. Isso é importante para que ele diferencie entre cochilo do dia e dormir a noite que já requer um "ritual", como: banho de ufurô, shantala, música pra relaxar, falar baixo, movimentos calmos.... Veja o que melhor se adapta a vocês.


Dormir durante o dia ajuda a criança a dormir melhor a noite, pois não ficam tão esgotados e têm uma qualidade melhor do sono.
Depois do banho, coloque o pijama, dê de mamar (uma boa mamada faz diferença para que ele durma melhor) e leve-o ao berço já relaxado. Se preferir que durma em seu colo tudo bem, mas transfira-o em seguida para o berço. Isso apenas por um período ok, pois assim que for para a escola será diferente. Lembre-se disso!
Muitas vezes será necessário colocá-lo no berço ainda acordado. Os primeiros dias serão difíceis, mas aos poucos a criança acostuma (e  a mamãe também rsrs).
Não é necessário deixá-la chorando. Precisa de sentir acolhida para que tenha uma adaptação segura. Faça desse momento algo tranquilo e prazeroso.
Aos poucos, a criança irá sozinha para o berço e já se acostumará com o "ritual", com a rotina da casa. Conforme eles crescem, o período do sono aumenta e dormem mais. Os pais acostumam o bebê assim, conforme sua rotina. Eles aprendem a dormir sozinhos. Isso é natural.
Dormir bem é fundamental para o desenvolvimento do bebê (cognitivo, mental, afetivo...). Conforme eles crescem, passam por várias fases e seu cérebro está a mil com tantas mudanças. Vá com calma e paciência que tudo dará certo.
Não há fórmulas mágicas e nem segredos apenas sabemos que dormir bem faz bem tanto para o bebê como para toda a família.
Boa sorte com essas dicas e uma ótima noite de sono....zzzzzzzz




quarta-feira, outubro 12, 2016

Tá na hora, tá na hora! Tá na hora de brincar!



Por que brincar é tão importante para o desenvolvimento infantil?



A criança é inteligente de natureza. Ela é curiosa, está sempre com vontade de aprender, pois está em um período de desenvolvimento físico e mental, rápido e intenso, na descoberta do mundo. A capacidade perceptiva e a inteligência são percebidas nos bebês, desde o primeiro momento. Tudo é novo e fascinante, como um parque de diversões. Todo seu corpo é usado para o conhecimento, pés, mãos, olhos, boca, tudo é usado para explorar e experimentar. O cérebro armazena todas as sensações, que vão sendo associadas com as palavras. Elas ficam atentas a tudo que acontece a sua volta, observam e gostam de imitar os adultos. Suas ideias são formadas pelo que ouvem e vêem. Na infância o indivíduo aprende a lidar com as diversas situações do dia-a-dia: reagir e defender, errar e acertar, o sim e o não, medo, ansiedade, dividir, compartilhar etc.

Todo estímulo e orientação que a criança recebe contribuem para o seu desenvolvimento. A criança aprende brincando, assim desenvolve suas habilidades e compreende o funcionamento dos objetos. Brincando amplia a sua visão de mundo, constrói seu conhecimento, desenvolve o emocional.

Brincando, a criança desenvolve suas potencialidades, como também trabalha com suas limitações, com as habilidades sociais, afetivas, cognitivas e físicas. O brincar é ainda uma forma de expressão e comunicação consigo, com o outro e com o meio. A brincadeira é considerada uma atividade universal que assume características peculiares no contexto social, histórico e cultural. A criança brincando, imita a realidade, onde tudo é transformado em fantasia, dominando a linguagem simbólica. Ela busca imitar, imaginar, representar. Há o desenvolvimento cognitivo e social, assumindo papéis significativos. Escolhem com quem querem brincar, criando vínculos afetivos, compartilhando, emprestando, respeitando o próximo.

Segundo consta no Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil, brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. É uma necessidade que toda criança tem. Faz parte do seu cotidiano. 

O fato de a criança, desde muito cedo, poder se comunicar por meio de gestos, sons e mais tarde representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação. A diferenciação de papéis se faz presente, sobretudo no faz-de-conta, quando as crianças brincam como se fossem o pai, a mãe, o filhinho, o médico, o paciente, heróis e vilões etc., imitando e recriando personagens observados ou imaginados nas suas vivências. A fantasia e a imaginação são elementos fundamentais para que a criança aprenda mais sobre a relação entre as pessoas, sobre o eu e sobre o outro. 

Ao brincar de faz-de-conta, as crianças buscam imitar, imaginar, representar e comunicar de uma forma específica que uma coisa pode ser outra, que uma pessoa pode ser uma personagem, que uma criança pode ser um objeto ou um animal, que um lugar “faz-de-conta” que é outro. 

Brincar é, assim, um espaço no qual se pode observar a coordenação das experiências prévias das crianças e aquilo que os objetos manipulados sugerem ou provocam no momento presente. Pela repetição daquilo que já conhecem, utilizando a ativação da memória, atualizam seus conhecimentos prévios, ampliando-os e transformando-os por meio da criação de uma situação imaginária nova. Também tornam-se autoras de seus papéis, escolhendo, elaborando e colocando em prática suas fantasias e conhecimentos, sem a intervenção direta do adulto, podendo pensar e solucionar problemas de forma livre das pressões situacionais da realidade imediata.

Além da imitação e do faz-de-conta, a oposição é outro recurso fundamental no processo de construção do sujeito. Opor-se, significa, em certo sentido, diferenciar-se do outro, afirmar o seu ponto de vista, os seus desejos. A observação das interações infantis sugere que são diversos os temas de oposição, por exemplo, disputa por um mesmo brinquedo, briga por causa de um lugar específico, entre outros. Esses momentos desempenham um papel importante na diferenciação e afirmação do eu. 

O brinquedo é um objeto facilitador do desenvolvimento das atividades lúdicas, podendo ser utilizado em diferentes contextos, tais como, no brincar espontâneo, no momento terapêutico e no pedagógico. Na brincadeira a criança representa, cria, usa o faz de conta para entender a realidade que a cerca e vive o momento.

 “A brincadeira favorece a auto-estima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa.”                                                                        (Referencial Curricular Nacional)

Reunimos algumas recomendações de especialistas sobre as brincadeiras mais adequadas para cada faixa etária. O desenvolvimento infantil é individual, mas as crianças passam, cada uma a seu tempo, pelas fases abaixo. Todas as atividades devem ser desenvolvidas sob supervisão de um adulto e nos ambientes adequados.

  • Até os 2 anos
Nesta fase, a brincadeira tem que estimular os sentidos. São curiosas e tem interesse por tudo!

Atividades relacionadas ao período sensório-motor: Correr, puxar carrinhos, escalar objetos, jogar com bolinhas de pelúcia são atividades recomendadas.
  • 3 a 4 anos
Começam as brincadeiras de faz de conta. As crianças respondem a brincadeiras de casinha, de trânsito, de escolinha e de outras atividades cotidianas.

Atividades que estimulem a leitura, com histórias, com desenhos, objetos variados, com perguntas e respostas, brincadeiras com ou sem regras simples, jogos diversos.
Nessa fase são ativas, imitadoras, às vezes tímidas e sensíveis. 
  • 5 a 6 anos
Os jogos motores (de movimento) e os de representação (faz de conta) continuam e se aprimoram. Surgem os jogos coletivos, de campo ou de mesa: jogos de tabuleiro, futebol, brincadeiras de roda.

Nessa fase as crianças são questionadoras, amigáveis, confiantes, interessadas e mais concentradas.